Reunificação alemã ainda tem lacunas

Blog do EVALDO TEIXEIRA

Vinte e cinco após a queda do Muro, antigos territórios da RDA ainda sofrem efeitos da fase inicial da Reunificação e de uma união monetária precipitada. Leste jamais se recuperou da maciça desindustrialização.

Em 1989, ano da queda do Muro de Berlim, nada menos do que 400 mil cidadãos migraram da Alemanha Oriental para a parte a então República Federal da Alemanha (RFA). No ano seguinte, foram outros 400 mil. Tratava-se de um verdadeiro êxodo dos territórios da antiga República Democrática Alemã (RDA), de regime comunista.

O então chefe de governo da RFA, Helmut Kohl, encontrava-se sob pressão. Em 1º de julho de 1990, menos de três meses após a queda do Muro, ele decretava a união monetária. Os habitantes da RDA passariam também a receber em marcos do oeste, como incentivo para permanecer em sua região natal. Até hoje paga-se o preço desse presente.

União dissonante

Em 9 de…

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Política e Diálogo no contexto da reeleição de Dilma Rousseff

Boa Leitura!!!

Leonardo Boff

A reeleição de Dilma Rousseff propicia reflexões sobre as várias formas de se fazer política partidiária. Fazer política é buscar ou exercer concretamente o poder. Que fique claro o que Max Weber escreveu em seu famoso texto A Política como Vocação: “Quem faz política busca o poder. Poder, ou como meio a serviço de outros fins ou poder por causa dele mesmo, para desfrutar do prestígio que ele confere”.

Esse último modo de poder político foi exercido, por quase todo o tempo de nossa história, pelas classes dominantes a fim de se beneficiarem dele, esquecendo que o sujeito de todo o poder é o povo. Trata-se do famoso patrimonialismo tão bem denunciado por Raimundo Faoro em seu clássico Os donos do poder.

Vejo cinco formas de exercício de poder.

Primeiro, a política do punho fechado.Trata-se do poder exercido de cima para baixo e de forma autoritária. Há um só…

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Palabras al Comandante

Canto a Fidel

HorseFidelcrossStreamSierra

Vámonos,
ardiente profeta de la aurora,
por recónditos senderos inalámbricos
a libertar el verde caimán que tanto amas.

Vámonos,
derrotando afrentas con la frente
plena de martianas estrellas insurrectas,
juremos lograr el triunfo o encontrar la muerte.
Cuando suene el primer disparo y se despierte
en virginal asombro la manigua entera,
allí, a tu lado, serenos combatientes,
nos tendrás.

Cuando tu voz derrame hacia los cuatro vientos
reforma agraria, justicia, pan, libertad,
allí, a tu lado, aguardando la postrer batalla,
nos tendrás.

El día que la fiera se lama el flanco herido
donde el dardo nacionalizador le dé,
allí, a tu lado, con el corazón altivo,
nos tendrás.

No pienses que puedan menguar nuestra entereza
las decoradas pulgas armadas de regalos;
pedimos un fusil, sus balas y una peña.
Nada más.

Y si en nuestro camino se interpone el hierro,
pedimos un sudario de cubanas lágrimas
para que se cubran los guerrilleros huesos
en el tránsito a la historia americana.
Nada más.

Che Guevara